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Operophtera brumata (Linnaeus, 1758)


Sinonímias

Cheimatobia brumata (CABI, 2008)

Phalaena brumata (CABI, 2008)


Código BAYER Edit

CHEIBR (CABI, 2008)

Posição taxonômica Edit

Reino: Metazoa

Filo: Arthropoda

Subfilo: Uniramia

Classe: Insecta

Ordem: Lepidoptera

Superfamília: Geometroidea

Família: Geometridae

Gênero: Operophtera

Espécies: Operophtera brumata

(Fonte: Catalogue of Life, 2008)


Nomes comuns

Alemanha: Frostspanner, Gemeiner, Frostspanner, Kleiner, Spanner, Frostnacht (CABI, 2008)

Dinamarca: frostmaler, lille (CABI, 2008)

Espanha: falena invernal, gusano de las hojas (CABI, 2008)

França: arpenteuse tardive, cheimatobie, phalene hiemale, verreau (CABI, 2008)

Finlândia: hallamittari (CABI, 2008)

Holanda: Trekmade, Wintervlinder, kleine (CABI, 2008)

Inglês: winter moth, common, winter moth, European, winter moth, small (CABI, 2008)

Itália: falena autunnale, falena degli alberi fruttiferi, falena invernale (CABI, 2008)

Noruega: frostmaler, liten (CABI, 2008)

Suécia: frostfjaeril (CABI, 2008)

Hospedeiros

Acer pseudoplatanus (plátano) (CABI, 2008)

Acer rubrum (bordo vermelho) (CABI, 2008)

Acer spp. (bordos) (CABI, 2008)

Betula spp. (bétulas) (CABI, 2008)

Calluna vulgaris (urze) (CABI, 2008)

Carpinus betulus (choupo-branco) (CABI, 2008)

Castanea sativa (castanheiro) (CABI, 2008)

Corylus avellana (avelã) (CABI, 2008)

Corylus spp. (CABI, 2008)

Crataegus spp. (hawthorns) (CABI, 2008)

Cydonia spp. (marmelo) (CABI, 2008)

Fagus sylvatica (faia comum) (CABI, 2008)

Fraxinus americana (cinza branca) (CABI, 2008)

Fraxinus nigra (cinza preta) (CABI, 2008)

Larix decidua (larício comum) (CABI, 2008)

Malus domestica (maçã) (CABI, 2008)

Malus spp. (maçãs) (CABI, 2008)

Malus sylvestris (maçã de caranguejo) (CABI, 2008)

Myrica spp. (waxmyrtles) (CABI, 2008)

Picea abies (espruce comum) (CABI, 2008)

Picea sitchensis (“Sitka Spruce”) (CABI, 2008)

Picea spp. (espruce) (CABI, 2008)

Populus spp. (choupos) (CABI, 2008)

Prunus armeniaca (damasco) (CABI, 2008)

Prunus avium (cereja) (CABI, 2008)

Prunus cerasifera (ameixa de cereja) (CABI, 2008)

Prunus domestica (ameixeira- européia) (CABI, 2008)

Prunus padus (bird cherry) (CABI, 2008)

Prunus persica (pessegueiro) (CABI, 2008)

Prunus salicina (ameixa japonesa) (CABI, 2008)

Prunus spp. (stone fruit) (CABI, 2008)

Pyrus communis (pêra européia) (CABI, 2008)

Pyrus spp. (pêras) (CABI, 2008)

Quercus garryana (Garry oak) (CABI, 2008)

Quercus petraea (carvalho branco) (CABI, 2008)

Quercus robur (carvalho comum) (CABI, 2008)

Quercus rubra (carvalho vermelho do norte) (CABI, 2008)

Ribes nigrum (groselha) (CABI, 2008)

Ribes uva-crispa (groselha) (CABI, 2008)

Rosa spp. (rosas) (CABI, 2008)

Rubus idaeus (framboesa) (CABI, 2008)

Salix spp. (salgueiros) (CABI, 2008)

Sorbus aucuparia (tramazeira) (CABI, 2008)

Tilia americana (basswood) (CABI, 2008)

Tilia cordata (small-leaf lime) (CABI, 2008)

Ulmus americana (olmo-americano) (CABI, 2008)

Ulmus procera (olmo-inglês) (CABI, 2008)

Ulmus spp. (olmos) (CABI, 2008)

Vaccinium myrtillus (mirtilo) (CABI, 2008)

Vaccinium spp. (mirtilos) (CABI, 2008)


Distribuição geográfica

ÁSIA

Armênia (CABI, 2008)

Azerbaijan (CABI, 2008)

Irã (CABI, 2008)

Japão (CABI, 2008)

Kazaquistão (CABI, 2008)

República da Geórgia (CABI, 2008)

Turquia (CABI, 2008)

Turquemenistão (CABI, 2008)

ÁFRICA

Algéria (CABI, 2008)

Tunísia (CABI, 2008)

AMÉRICA DO NORTE

Albânia (CABI, 2008)

Alemanha (CABI, 2008)

Antiga USSR (CABI, 2008)

Áustria (CABI, 2008)

Belarus (CABI, 2008)

Bélgica (CABI, 2008)

Bulgária (CABI, 2008)

Checolosváquia (CABI, 2008)

Dinamarca (CABI, 2008)

Eslováquia (CABI, 2008)

Espanha (CABI, 2008)

Estônia (CABI, 2008)

Federação Russa (CABI, 2008)

Finlândia (CABI, 2008)

França (CABI, 2008)

Grécia (CABI, 2008)

Holanda (CABI, 2008)

Noruega (CABI, 2008)

Hungria (CABI, 2008)

Iugoslávia (CABI, 2008)

Irlanda (CABI, 2008)

Itália (CABI, 2008)

Latvia (CABI, 2008)

Lituânia (CABI, 2008)

Malta (CABI, 2008)

Moldova (CABI, 2008)

Polônia (CABI, 2008)

Reino Unido (CABI, 2008)

República Checa (CABI, 2008)

Romênia (CABI, 2008)

Sérbia (CABI, 2008)

Suécia (CABI, 2008)

Suíça (CABI, 2008)


Figura 1. Distribuição geográfica de Operophtera brumata. File:Operophtera brumata2.png Presente, sem informações precisas    File:Operophtera brumata9.png Generalizada    File:Operophtera brumata4.png Localizada (Fonte: CABI, 2008/ Disponível em: http://www.cabi.org/cpc/?compid=1&dsid=37695&loadmodule=datasheet&page=868&site=161).


Biologia

A cópula de Operophtera brumata geralmente ocorre durante a escalada na árvore, dura de três a quatro horas e pode ser repetida (Schwenke, 1978 apud CABI, 2008), embora os machos prefiram as fêmeas que não tenham copulado (Sechser, 1970 apud CABI, 2008). Os machos preferem as fêmeas maiores (Van Dongen et al., 1998). As fêmeas depositam de 100 a 200 ovos individualmente ou em pequenos grupos (dois a seis) (Schwenke, 1978 apud CABI, 2008) em fendas nas cascas dos galhos e outros locais similares nas copas das árvores. Os ovos são ovais e verde-amarelos, e, próximo à eclosão se tornam alaranjados. As larvas eclodem no início da primavera. As larvas são polífagas, geralmente a alimentação larval dura seis semanas e ocorre cinco instares larvais. São de coloração verde com cabeça castanho-escura e apresentam aproximadamente 25 mm de comprimento (CABI, 2008).

Os adultos de O. brumata são marrom-avermelhados e emergem no outono ou no inverno. Os machos têm capacidade de vôo restrita e vivem de 10 a 25 dias (Schwenke, 1978 apud CABI, 2008), são pequenos e castanho-claros e apresentam quatro asas. As fêmeas são cinzas e não apresentam asas, portanto não voam. Elas emitem um feromônio sexual para atrair os machos e são encontradas na base das árvores, mas também podem ser encontradas em outros locais da planta (Russel IPM, 2010 e CABI, 2008).

O dimorfismo sexual nos olhos compostos de O. brumata foi estudado e entre os resultados podemos destacar que os machos apresentam olhos maiores e com maior número de facetas do que as fêmeas (Meyer-Rochow e Lau, 2008). Ouvir

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substantivo 
subida
escalada
ascensão
verbo 
subir
escalar
trepar

A descrição do ciclo de vida de O. brumata foi descrito por Varley et al. (1973 apud CABI, 2008).


File:Operophtera brumata1.jpgFigura 2. Ovos de Operophtera brumata. (Fonte: Gyorgy Csoka, Hungary Forest Research Institute, Hungary- Disponível em: http://www.forestryimages.org/browse/detail.cfm?imgnum=5371177).


File:Operophtera brumata5.jpg File:Operophtera brumata8.jpg

Figura 3. Larvas de Operophtera brumata. (Fonte: Matt Simon, Boston, Massachusetts - Disponível em http://www.buglifecycle.com/?p=893).


File:Operophtera brumata6.jpg File:Operophtera brumata3.jpg

Figura 4. Macho de Operophtera brumata (A) e cópula de Operophtera brumata, a seta indica a fêmea áptera (B) (Fonte: Matt Simon, Boston, Massachusetts - Disponível em http://www.buglifecycle.com/?p=893).


A dispersão das larvas conhecida como "ballooning" é observada em O. brumata (Russel IPM, 2010). A maioria das dispersões é de curta distância (20 a 50 m), ocasionalmente 100 m (Edland, 1971; Holliday, 1977 apud CABI, 2008). O período inicial de pós-eclosão é, portanto o único período, durante o ciclo de vida, em que ambos os sexos podem dispersar para alcançar novas áreas (Wesołowski e Rowinski, 2006).

A duração do ovo e o estágio de pupa são geneticamente determinados e variam com a latitude (Holliday, 1985 apud CABI, 2008; Peterson e Nilssen, 1998).

No norte da Noruega as pupas não respondem linearmente a temperatura e aos 9°C ocorre a mais alta taxa de desenvolvimento (Peterson e Nilssen, 1998). Os adultos são noturnos. A intensidade da atividade aumenta com a temperatura (temperatura limiar é 6°C); a atividade diminui durante períodos prolongados de escuro (Lorentzen, 1974 apud CABI, 2008).

Operophtera brumata pode deformar os frutos (CABI, 2008) e danificar gravemente árvores decíduas e arbustos (Bug Life Cycles, 2010). A desfolhação das árvores por O. brumata também foi observada por Wesołowski e Patryk Rowinski (2006).


Vias de ingresso

As mudas podem servir como vias de ingresso, já que os ovos são colocados em fendas das cascas ou em brotos (Figura 2).


Inspeção e detecção

Os sintomas/sinais causados por O. brumata e que podem ajudar na detecção são:

Frutos: casca mal formada e pó residual visível

Broto: alimentação externa e pó residual visível

Inflorescência: alimentação externa, teia de fios de seda e pó residual visível

Folhas: alimentação externa, folhas enroladas ou dobradas, teia de fios de seda e pó residual visível

Planta inteira: alimentação externa e pó residual visível

(Fonte: CABI, 2008)


A detecção visual, o uso de feromônios ou armadilhas luminosas e faixas adesivas são métodos de detecção utilizados. A inspeção de galhos pode ser realizada em laboratório; os ovos podem ser observados utilizando uma lupa em fendas nas cascas ou em outras partes da planta (IOBC, 1975 apud CABI, 2008). O monitoramento da abundância da larva em agrupamentos (folhas e flores a partir de um broto) também é importante na detecção (CABI, 2008).

A abundância de O. brumata foi observada em florestas de carvalho por monitoramento do número de fêmeas com faixas adesivas (Altenkirch, 1992 apud CABI, 2008). Os machos adultos foram detectados e monitorados usando armadilhas com feromônio. Para O. brumata uma boa correlação foi verificada entre as capturas de machos em armadilhas com feromônios em plantações de Sitka spruce na Escócia e o número de fêmeas capturadas em faixas adesivas em torno dos troncos das árvores (Stoakley, 1985 apud CABI, 2008). Portanto, faixas adesivas e o uso de armadilhas podem ajudar na detecção da praga.

Em pomares, O. brumata pode ser confundida com Chlorocystis rectangulata Linnaeus, 1758. Elas podem ser distinguidas pelo seguinte critério: larvas de C. rectangulata são amarelo-esverdeadas com uma linha marrom na parte dorsal enquanto as larvas de O. brumata são verdes e apresentam algumas linhas de cor mais clara.

No Canadá, Operophtera bruceata (Hulst) pode ser confundida com O. brumata. Os caracteres utilizados para distinção são: superfície dorsal da asa com pinta distal, a qual é quase sempre visível em O. bruceata, mas ausente em O. brumata; asas anteriores cinza-marrons ou marrom-claras em O. bruceata mas castanho-avermelhadas em O. brumata; abdômen marrom-dourado a marrom em O. bruceata e marrom em O. brumata; a superfície ventral das asas anteriores é geralmente marrom-dourada em O. bruceata e marrom em O. brumata (Troubridge e Fitzpatrick, 1993).


Impactos da praga

Operophtera brumata é considerado, economicamente, um importante desfolhador de frutos e árvores decíduas na Europa Ocidental. Foram observadas sérias desfolhações em frutos decíduos, florestas e árvores no Canadá Oriental e na Colúmbia Britânica (Gillespie et al., 1978 apud CABI, 2008). No Reino Unido e outros países europeus, O. brumata foi considerada uma praga importante de árvores frutíferas e ocasionalmente o desfolhamento das árvores causou uma redução na produção. Em cultivos de maçãs, os frutos foram deformados pelo ataque de O. brumata, causando perda no valor das culturas, mesmo em baixa densidade (Holliday, 1977 apud CABI, 2008).

Frequentemente, desfolhações graves são causadas por O. brumata em seus hospedeiros, incluindo as espécies comerciais tais como a maçã e a Sitka spruce. Surtos de O. brumata foram causados por danos extensivos às grandes áreas de Calluna vulgaris (L.) Hull na Escócia (Kerslake et al., 1996). No Canadá, uma pesquisa mostrou que quatro anos consecutivos de desfolhação parcial causaram a mortalidade de galhos enquanto a desfolhação completa, em cada um desses anos, causaram a mortalidade das árvores. Em certas regiões da Nova Escócia, essa praga foi responsável, aproximadamente, por 40% da mortalidade de carvalhos vermelhos em povoamentos florestais (Childs e Swanson, 2004).

Mudanças climáticas e surtos de O. brumata em florestas de vidoeiros subárticas foram analisadas por Jepsen et al. (2008)


Medidas de Controle e Mitigação

Controle cultural: um método simples para prevenir a infestação é a aplicação de faixas adesivas em torno das árvores em outubro antes das fêmeas começarem a subir nas árvores. É difícil aplicar esse método em pomares intensivos ou em florestas, mas é amplamente utilizado em jardins e em grandes árvores isoladas (CABI, 2008).


Controle químico: Diflubenzuron ou fosalona são utilizados em programas de proteção integrada de plantas. Produtos à base de Nim (extrato de Azadirachta indica) são também eficientes (CABI, 2008).


Controle biológico: Produtos a base de Bacillus thuringiensis são utilizados como controle de O. brumata incluindo Bacillus thuringiensis galleriae, Bacillus thuringiensis dendrolimus, Bacillus thuringiensis thuringiensis e Bacillus thuringiensis kurstaki.

Em uma revisão bibliográfica sobre o controle biológico de O. brumata, em trabalhos realizados em Vancouver, Nova Scotia e British Columbia, foi concluído que o sucesso do controle surgiu da combinação dos agentes introduzidos, especialmente parasitóides, alcançando índices de 70% a 80%, e de predadores endêmicos de cada região, tendo os dois uma ação de sinergismo (Roland, 1995).

Em Washington, Oregão e Canadá, vários controles naturais foram introduzidos para controlar O. brumata, com variados níveis de sucesso. Estes incluem parasitas, tais como moscas e vespas (Childs e Swanson, 2004). A introdução de um parasitóide, a mosca Cyzenis albicans (Fall.) foi analisada no controle de O. brumata em Massachusetts (EUA), havendo uma diminuição na população da praga (Elkinton et al., 2005). Alguns besouros nativos, como carabídeos e estafileáceos podem agir como predadores dessa praga, especialmente no estágio de pupa (Childs e Swanson, 2004).


Status Quarentenário no Mundo

Nenhuma informação foi encontrada.


Referências

Bug Life Cycles, 2010 - Documenting the life cycles of insects. Disponível em http://www.buglifecycle.com/?p=893. Acesso em: 31/01/2011.

Catalogue of Life, 2010. Disponível em: http://www.catalogueoflife.org/annual-checklist/2010/details/species/id/1047646. Acesso em: 02/02/2011.

Childs RD, Swanson DC, 2004. The Winter Moth (Operophtera brumata (L.)). Disponível em: http://www.umassgreeninfo.org/fact_sheets/defoliators/winter_moth.pdf. Acesso em: 17/11/2010.

CAB International, 2008. Disponível em http://www.cabi.org/cpc/?compid=1&dsid=28434&loadmodule=datasheet&page=868&site=161. Acesso em: 12/11/2010.

Edland T, 1971. Wind dispersal of the winter moth larvae Operophtera brumata L. (Lep., Geometridae) and its relevance to control measures. Norsk Entomologiskl Tidsskrift,18: 103–107.

Elkinton JS, Adams D, Boettner G, Burnham C, Childs RD, Gould J, Mastro V, Reardon R,Souto D, Swanson DC,Whited B, 2005. Biological Control of Winter Moth in Massachusetts. Disponível em hht://umassgreeninfo.org/fact_sheets/defoliators/wm_bio_project_05.pdf. Acesso em: 31/01/2011.


Jepsen JU, Hagen SB, Ims RA, Yoccoz NG, 2008. Climate change and outbreaks of the geometrids Operophtera brumata and Epirrita autumnata in subarctic birch forest: evidence of a recent outbreak range expansion. Journal of Animal Ecology, 77: 257–264.

Kerslake JE, 1996. Winter moth outbreaks on Scottish moorlands. Ph.D. thesis, University of Aberdeen, UK.

Meyer-Rochow VB, Lau TF, 2008. Sexual dimorphism in the compound eye of the moth Operophtera brumata (Lepidoptera, Geometridae). Invertebrate Biology, 127(2): 201–216.

Peterson NA, Nilssen AC, 1998. Late autumn eclosion in the winter moth Operophtera brumata: compromise of selective forces in life-cycle timing. Ecological Entomology, 23 (4): 417-426.

Roland J, Embree DG, 1995. Biological control of the winter moth. Annual Review of Entomology, 40: 475-492.

Russel IPM, 2010 - Integrated Pest Management. Disponível em http://www.russellipm.com. Acesso em 14/12/2010.

Troubridge JT, Fitzpatrick SM, 1993. A revision of the North American Operophtera (Lepidoptera: Geometridae). Canadian Entomologist, 125(2):379-397.

Wesołowski T, Rowinski P, 2006. Tree defoliation by winter moth Operophtera brumata L. during an outbreak affected by structure of forest landscape. Forest Ecology and Management 221: 299–305.



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substantivo 
subida
escalada
ascensão
verbo 
subir
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Elaboração e correção: Daiana da Silva Castiglioni e Simone Mundostock Jahnke

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